quarta-feira, agosto 17, 2005

já é tarde são 1 hora da manhã tenho estado a ver, se conseguia publicar um artigo noutro blog que fiz, mas está complicado. Tenho um grilo no quintal que me faz companhia é muito agradável ouvir o grilinho as minhas gatas estão tão ocupadas a tratar dos filhotes que não deram por ele, senão faziam-lhe a vida negra ao grilinho.
Aproveito para colocar um relato da Filipa me enviou quando foi para E.U.A. que achei giro.
Aqui estou em terras Americanas. A viagem de avião para cá, como não poderia deixar de ser não correu sem percalços. Depois de tantas horas em aviões cheguei finalmente ao aeroporto de Salt Lake City sem nenhuma bagagem a não ser a que trazia comigo e completamente zonza (quando me sentava sentia-me toda a bambolear, como se ainda tivesse dentro do avião, para lá e para cá, para lá e para cá). Ainda assim fiquei durante mais de 1 hora. As viagens de avião correram razoavelmente bem se não falar do facto de, logo no início da 2ª viagem a Senhora que estava ao meu lado ter despejado o café por cima de mim (fiquei com cheirinho a café por mais cerca de 10 horas, muito agradável), e de ter estado a viagem toda cheia de sono (acordei às 4h para apanhar voo e tomei um Zirtec por indicação médica para não ter as habituais horríveis dores de ouvidos. Resultou).
As minhas passagens pelos aeroportos foram todas relâmpago, tanto no aeroporto de Munique e ainda mais no de Chicago. O aeroporto de Munique nem o vi. Saí do avião, e já tinha o avião para Chicago em boarding. Tinha 1 hora, que voou, mas lá cheguei ainda com tempo ao avião. Em Chicago ainda foi melhor, tinha 2h30 e fiz o que eu acho ser quase impossível, dei entrada nos EUA (tive de passar à frente de uma fila imensa de pessoas), fui buscar bagagem (aqui já só tinha 1 mala, faltava-me outra mais pequenita), deixar bagagem, apanhar comboio, passar outra vez pelos seguranças e qdo chegada ao terminal correr para nada mais nada menos do que a última porta do terminal (só podia, não podia ser a porta 3B, ou 1C, não, a minha porta era a 30C, a última). Chegada ao local, algo de estranho se passava, ninguém na porta nem nada anunciado de embarque ou o q fosse. Tinham acabado de fechar a porta e eu ia perder o avião. Mas não perdi, lá fiz o meu charme, choraminguei um pouco, falaram para dentro do avião e lá me deixaram entrar. Ufa, consegui, mas foi por pouco. Para falar a verdade o pouco que me lembro do aeroporto de Chicago é que parecia q estava num filme de Hollywood, mta correria, mtos gordos, mta gente e mtos policias.
Finalmente chegada a Salt Lake City só tive de esperar mais 1 hora por uma das minhas malas, mais 2 horas pelo avião da Sílvia, e mais outra 1h30 de caminho para chegar a Logan e finalmente a casa. Foi o mais longo dia que vivi até agora, vi-o amanhecer em Lisboa e terminar no outro lado do mundo em Salt Lake City.

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