sexta-feira, agosto 26, 2005

Meu blogger está em Português




Na verdade hoje quero começar por dizer que estou muito contente porque o blogger já em Português eu ao princípio tive várias dificuldades por estar todo em Inglês, agora estou muito contente pois vou ter muito mais facilidade quando me surgirem problemas. Como hoje me sinto um pouco cansada vou colocar só um texto e uns bonecos prometo quando tiver mais tempo farei melhor


Ser feliz!


Quantas vezes...
Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado o ideal e os sonhos.
Quantas vezes batemos em retirada com o coração amargurado pela injustiça.
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir.
Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercado de pessoas.
Quantas vezes falamos, sem sermos notados.
Quantas vezes lutamos por uma causa perdida.
Quantas vezes voltamos para casa com a sensação de derrota.
Quantas vezes aquela lágrima teima em cair, justamente na hora em que precisamos parecer fortes.
Quantas vezes pedimos um pouco de força, um pouco de luz.
E a resposta vem, seja lá como for, um sorriso, um olhar cúmplice, um cartãozinho, um bilhete, um gesto de amor.
E a gente insiste.
Insiste em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser.
E, na hora de procurar os caminhos, aquele mais difícil, mais complicado é sempre o mais bonito.
Porque todos vêm na vida com uma só missão...

Ser feliz!

Texto retirado do site Mais Você de Ana Maria Braga

quinta-feira, agosto 25, 2005

Enquanto o dono dorme




Pois é hoje a minha dona deixou-me aparecer no bolg dela, estava eu a tomar conta do meu dono, que estava sonhando certamente com as férias que teve em Genipabú, quando a minha dona me fotografou, mas o meu irmão que é um invejoso, foi logo fazer pose no cestinho para também aparecer no blog dela, eu sou mais bonita não sou? Chamo-me Xé que quer dizer açúcar em língua dos croatas, foi a Filipa que me baptizou depois de ter chegado de férias da Croácia achou que eu tinha um ar tão doce e era branca só podia ser Xé, o meu irmão é Chaplin, claro que artista como ele só podia ser, por hoje despeço-me, pode ser que a dona me vá deixando aparecer mais vezes. Envio recado da minha dona, está muito contente porque recebeu um e-mail da Anna. Um beijo para ela, a minha dona vai lendo o blog da Annna, como um livro, que não quer que acabe e vai poupando as páginas, para ter sempre que ler, ela gosta muito da forma como está escrito.

quarta-feira, agosto 24, 2005

Gaffes Jornalísticas



Jornalista da ....:

"É trágico!
Está a arder uma vasta área de pinhal de eucaliptos!"
(trata-se de uma nova variedade de árvores...)
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Jornalista da ...:
“As chamas estavam a arder!"
(fantástico !...)
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Rodapé do telejornal da ...:
“O assassino matou 30 mortos”
(era para ter a certeza que estavam bem mortos...)
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Jornalista da ...:
“Foi assassinado mas não se sabe se está morto.”
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Jornalista da ...:
“Estão zero graus negativos.” (OK ...)
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Relato de futebol:
“Chega agora a informação... O jogador que há pouco
saiu lesionado sofreu uma fractura craniana no joelho.”
(mais uma estreia na medicina ...)
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Rádio Voz de .......:
“Quatro hectares de trigo queimados. Em princípio
trata-se de um incêndio...”
(em princípio... mas pode ser uma inundação)

(Tirei o nome das estações pois não tem importância a estação onde foi dito.)

Hoje mudei a cara ao meu blog, mas parece que nao esta a resultar, as letras estão estranhas o que hei-de fazer. Uaah uaaaah será que alguém me ajuda?

terça-feira, agosto 23, 2005

PIMPÃO, O GATO PRETO AZARADO





Hoje terminou tristemente mais uma história de um dos meus gatinhos. Pois é um dos meus amiguinhos morreu atropelado. Mas de uma coisa eu tenho a certeza, durante o pouco tempo que viveu foi feliz e fez uma família feliz. Mas o melhor é começar a história do início. Certo dia estava eu em casa quando o telefone tocou. Era a mamã. Até aqui nada de novo, mas... não era só a mamã a dizer que estava tudo bem como habitualmente, desta vez ela disse que tinha lá em casa um gatinho preto pequenito que tinha sido atropelado e que tinha-se refugiado no nosso quintal. Coitadinho do Pimpão, não sei que fascínio é que ele tinha por carros, mas certamente era muito grande e nasceu com ele. No dia seguinte fui para a outra banda, como era costume e foi então que conheci o nosso novo elemento da família. Na altura era uma bolinha de pêlo preto com cerca de 3 meses que mal se tinha em pé devido ao acidente. Já então era uma ternura de gato , extremamente meigo e querido. Apesar de estar cheio de dores, mal se queixava e era muito bem comportado. Quase parecia que nos percebia. Quando queria ir à casa de banho miava e tentava levantar-se. Nós pegávamos nele e lá o levámos. Quando já tinha terminado o seu serviço ficava exactamente na mesma posição à espera que o levássemos de volta à sua caminha quentinha. Como o pobre coitado fazia chichi com sangue e mal se podia nas pernas, no dia seguinte levei-o ao veterinário. Peguei num cestinho que tinha trazido de Grândola, pu-lo lá dentro e lá fui eu. O veterinário é ali pertinho e fiz o percurso a pé. Mais uma vez o Pimpão mostrou ser um valente e portou-se dignamente mostrando ser um gato muito meigo e com o qual toda a gente simpatizou. Expliquei à senhora o que se tinha passado e pouco depois fui atendida. Depois de fazerem mil e uma coisa ao gatito, lá disseram o diagnóstico: duas fracturas na bacia Ainda houve indícios de poder ter ficado ligeiramente paralisado, mas foi só susto. O remédio era ficar muito sossegadinho que fractura acabaria por cicatrizar por si só.

Durante algum tempo ainda procurámos um eventual dono deste gatinho, perguntámos às pessoas, afixámos um papel na loja, etc. Até que ao fim de uma semana já o pequenito andava menos cambaleante e tinha conquistado os nossos corações. E foi assim que o Pimpão entrou na nossa família.
Entretanto já estávamos no Natal e eu passei 3 dias de cama com uma grande constipação. Quem me fez companhia nesses 3 longos dias foi o Pimpão, que entretanto já tinha ganho uma coleirinha com um sininho. È obvio que durante essas 2 semanas os restantes elementos felinos da família atravessaram uma crise de ciúmes. Houve um dia que resolveram sair todos de casa, foi o Kurika, foi a Redondinha e foi a Chiquita. Fugiram todos só ficou mesmo o Pimpão. O Kurika e a Redondinha acabaram por voltar, agora a Chica ficou 5 dias fora de casa. Pensava que já não a ia ver mais. Cheguei mesmo a culpar o desgraçado do Pimpão por ser gato preto e dar azar, coitadinho dar azar dava mas era a ele próprio.
Passado o Natal e o Ano novo já se davam todos bem. O Kurika mantinha o seu ar altivo mas não desgostava dele. A Chica brincava imenso com ele e lavava-o tal como uma mãe. Quanto à redondinha ... Sinceramente aquela gata é muito arisca e acho que nunca foi muito À bola com ele. Penso que tinha ciúmes.
Entretanto o tempo passou, e o Pimpão já fazia das suas. Era um autêntico reguila e em menos de nada perdeu a sua linda coleira. A mamã fez-lhe outra de improviso de ráfia que também não durou muito. Estando na sua plena infância é óbvio que o que queria era brincadeira. Às vezes a Chica não estava para o aturar e tentava brincar com a Redondinha mas sem grande êxito. Com o bruto do Kurika então nem valia a pena, acho que ele percebeu logo isso e por isso não insistia muito.

Estando na sua plena infância é óbvio que o que queria era brincadeira. Às vezes a Chica não estava para o aturar e tentava brincar com a Redondinha mas sem grande êxito. Com o bruto do Kurika então nem valia a pena, acho que ele percebeu logo isso e por isso não insistia muito. Foi esta a história de vida do pimpão que quis partilhar.
(Escrito pela Filipa em 2003)

segunda-feira, agosto 22, 2005

O Chá das 5



Como tenho saudades do chá das 5, tomado em casa da avó Inês, Senhora tua mãe, lembras-te tia! A avó, punha na mesa rosquinhas fritas, eram receita de uma espanhola que tinha servido a família depois da 2ª Grande Guerra, e uns bolinhos chamados ferraduras, que eram feitos pelas famílias dos noivos, para oferecerem antes do casamentos aos vizinhos, nunca entendi como havia sempre tanta gente a casar, pois lá em casa nunca faltavam desses bolos, e tu tia pegavas nas chaves do carro e saías apressada para ir ás compras a Santarém, pois, só lá havia alguma coisa de jeito para se comprar. Em Alpiarça, uma pacata província de vinhas, meloais e gente simples, como fazias inveja ao sair no teu automóvel (coisa muito rara para a época, uma mulher conduzir), e lá ias tu, não sem antes perguntares, mãezinha quer que lhe traga alguma coisa?, a avó, não tinha tempo de chegar a responder pois tu já ias pela rua fora e o nº 33 da rua, já tinha ficado à muito para traz. O meu primo ficava gatinhando pela casa fora, assobiando como um homem, dizia eu, avó parece mesmo que está cá um homem em casa, é o menino não vês!, e eu ficava tentado assobiar como o meu primo bebé e não conseguia. Tia hoje fiquei sem voz quando te quando telefonei para dar os parabéns, a tua voz mal se ouvia, o cancro não te dá descanso, e tu continuas com todas as tuas forças como sempre, a lutar para vencer, como sempre fizeste vencendo cada luta da vida como se fosse a única.

ADORO QUANDO ME VENS VISITAR!