sexta-feira, novembro 18, 2005


Gostava de falar hoje, da Manuela ou Kaldinhas, foi a segunda pessoa que comentou no meu blog,ainda era num blog que tenho no sapo, porque a primeira comentou em Inglês para dizer "muito bem" não liguei muito ao comentário da Kaldinhas primeiro porque parti do principio que era um miudo, e eu explico quando andava na escola secundário tive um colega que tinha a alcunha do Kaldinhas aí imaginei logo o miudo que era irritante de oculinhos na ponta do nariz, mais tarde reparei que era uma rapariga e não sei como, vi que tinha 22 anos, pensei está a meter conversa e daqui a dois dias nunca mais se lembra de mim não voltei a tomar muita atenção, pelos vistos isto é a prova que muitas vezes fazemos juizos errados do que o que nos parece á primeira vista, pois ela nunca se esqueceu de mim e tem sido amiga de verdade, tem sempre um graça para me pôr bem disposta, aqui vai o botão dela é só clicar


Natal
Marcos era uma criança que vivia com sua mãe, uma pobre costureira, numa casinha de um só quarto. Na véspera de Natal, na sua cama, a criança esperava ansiosa a vinda Papai Noel. Ele tinha deixado pendurada na janela da casa uma meia, esperando encontrá-la na manhã seguinte cheia de presentes.
Mas sua mãe sabia que não haveria presentes de Natal por falta de dinheiro. Para evitar que ficasse desiludido, explicou-lhe:
- Há bens visíveis, que se compram com dinheiro, e bens invisíveis, que não se compram, nem se vendem, nem se vêem, mas que fazem a gente muito feliz: por exemplo, o carinho da mãe.
No dia seguinte, o filho acordou, correu até a janela e viu sua meia vazia. Recolhe-a com emoção e alegria e mostra-a à mãe:
- Mãe, está cheia de bens invisíveis! - exclamou feliz.
Mais tarde, na escola, houve um encontro de professores, pais e crianças, numa confraternização de Natal. Cada aluno mostrava, orgulhoso, seus presentes. Marcos parecia indiferente a toda essa euforia.
- E você, Marcos, o que ganhou? - perguntaram-lhe seus colegas
Marcos levantou a cabeça e mostrou sua meia vazia:
- Eu ganhei bens invisíveis! - respondeu.
Diante das gargalhadas de seus colegas, sua professora se aproximou e pediu silêncio para que Marcos pudesse explicar.
- Bens invisíveis - repetiu ele. - Amor, felicidade, amizade, carinho, harmonia, união, alegria, sabedoria, paciência e muitos mais...
Seus colegas não sabiam se deveriam rir ou ficar sérios.
Enquanto isso, Fredy, menino muito cheio de si e mascarado,e, por esta razão, pouco simpático aos seus colegas, estava sendo gozado, por inveja, pelas outras crianças, que desfaziam do belo carrinho com controle remoto que ele ganhou de presente e que orgulhosamente exibia. Eles punham defeito em tudo. Então, Fredy, furioso, pegou o carrinho e o espatifou contra o chão. Quando seus pais perceberam este gesto, aproximaram-se:


- Não sei o que fazer - disse o pai à professora que também se tinha aproximado. - Nenhum presente o torna feliz.
- Não sabemos o que fazer com ele - acrescentou a mãe.
Então, a professora, que conhecia os problemas de relacionamento de Fredy com seus pais, disse-lhes:
- Talvez Fredy goste do presente que ganhou Marcos. Perguntem a ele - disse mostrando-lhes o menino.


Os pais aproximaram-se de Marcos e ficaram conversando com ele durante alguns minutos. Depois comentaram com a professora:
- Acho que foram esses os presentes que devíamos ter-lhe dado e não lhe demos. Obrigado.
E foram embora, levando seu filho Fredy para dar-lhe de presente... "bens invisíveis"!

(Autor desconhecido )



Um homem desempregado

consegue uma entrevista com o chefe de Recursos Humanos da Microsoft para ser faxineiro. O Gerente o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz:
- O serviço é seu. Me dê seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, e a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos e-mail. O Gerente de RH, diz que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai desesperado, sem saber o que fazer. Tem somente 10 dólares no bolso. Resolve, então, ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates para revender. Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, consegue duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta para casa com 60 dólares.
Então ele verifica que pode sobreviver dessa maneira. Sai de casa cada dia mais cedo e volta cada dia mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da sua família, resolve fazer um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem responde que não tem e-mail.
- Curioso. Você não tem e-mail e chegou a construir este império! Imagine o que você seria se tivesse e-mail!!!
O homem pensa e responde:
- Seria faxineiro da Microsoft!!
MORAL DA HISTÓRIA
1.- A Internet não soluciona sua vida2.- Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail.3.- Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode vir a ser milionário.4.- Se você recebeu isto por e-mail, você está mais perto de ser faxineiro do que milionário.
(Autor desconhecido)

terça-feira, novembro 15, 2005

Hoje quero escrever sobre um assunto me deixa perplexa e se passa em França, penso que sempre ouve pessoas revoltadas com o estado (poder), neste país então que é profícuo em casos da história universal, por exemplo, como quando correram com os Luíses onde sob o absolutismo de Luís XVI, dos Bourbon, domina a desigualdade civil e uma profunda crise financeira, cujo resultado foi o descontentamento da maioria da população contra os privilégios da alta burguesia, nobreza e clero. Depois a comuna de Paris, sempre ouve lutas por causa da desigualdade e tudo por que uns tem mais que outros, hoje os que tem menos por obra do destino, são de outras etnias, de outros lugares, também porque hoje é mais fácil as pessoas se deslocarem, para procurem melhores condições de vida, o que nem sempre acontece, aí é maior a revolta, não encontrarem aquilo que pensavam ser fácil alcançar, penso que também os meios de comunicação social conseguem, o que no séculos passados não acontecia, na hora se sabe o que está acontecer em qualquer parte do mundo. Imaginemos a Maria Antonieta a ser guilhotinada em directo na televisão, o impacto que não teria. Será que a história não se está sempre a repetir, ora tudo mais ou menos calmo, ora os mais desfavorecidos se revoltam contra o poder.
Agora há carros para poderem pegar fogo, há cerca de três séculos os franceses demoliam a Bastilha, símbolo do poder absoluto.
Custa muito para quem trabalha ver o seu carro arder, mas o que está no fundo das desigualdades? não serão abrangentes mesmo além fronteiras, se os que por questões de fome emigraram, para países que eles pensavam ser o paraíso, tivessem nos seus próprios países condições de vida iguais aos do mundo dito desenvolvido. É verdade que esta Europa envelhecida precisa de imigrantes, mas também é verdade que não tem capacidade para integrar tantos que lhe batem à porta. Os imigrantes certamente não iriam procurar outras paragens se não tivessem guerras inúteis, como em Africa e outros lugares, se os dirigentes do terceiro mundo investissem as ajudas recebem na agricultura e pesca e industria, para terem e oferecer aos seus cidadãos um melhor nível de vida, nessa altura, talvez as posições se invertessem e fossem os agora mais ricos a ter de imigrar por exemplo, para Africa a fim de tentarem melhores condições de vida, sim por que ninguém deve dizer “desta água não beberei”.
Este é o meu ponto de vista sobre as guerrilhas urbanas, ninguém tem culpa do lugar onde nasceu.
Porque não podemos viver no lugar que sempre sonhámos e onde gostaríamos?
Quantos morrem todos os dias a atravessar os oceanos, para ir para o que pensam ser o seu futuro melhor?
África ficou de fora da globalização. É uma espécie de continente pária à espera de salvação. Vítima de si próprio, por não poder/saber organizar-se e tirar partido dos muitos e poucos recursos. Vítima da desertificação, da fome e da ignorância. Vítima de perseguições políticas e étnicas. Vítima também da cobiça interna e externa de quem apenas abre os olhos ao petróleo e aos diamantes e esquece as populações deserdadas. Não admira assim que tantos e tantos refugiados surjam de cara esmagada nas barreiras da fortaleza europeia. Não admira que muitos não tenham medo de morrer e se recusem a sobreviver na submissão e na indigência. Eu odeio violência, não posso de maneira nenhuma estar a favor da violência que se tem dado ultimamente, mas reconheço que algo está errado desde o início. A ajuda humanitária é um socorro precário. São precisas "canas de pesca" para que os africanos pesquem o seu próprio peixe. Este foi o meu comentário de hoje, às vezes também e preciso pensar nas coisas sérias.

segunda-feira, novembro 14, 2005

Olá agradeço primeiro ao Taliesin cliquem e vão até lá é um blog diferente, nunca viram nenhum assim.

me fez destaque no seu castelo. Obrigada.

SOGRA


Há muito tempo atrás, na China, uma moça chamada Lili, casou-se e foi viver com o marido e a sogra. Em pouco tempo, Lili descobriu que não ia se dar bem com a sua sogra. Os temperamentos delas eram muito diferentes, e Lili ficava cada vez mais furiosa com os hábitos de sua sogra. Além disto, ela criticava Lili constantemente. Os dias, as semanas, os meses foram passando e Lili e a sogra discutiam e brigavam continuamente.


Mas, o pior de tudo era que, de acordo com antiga tradição chinesa, Lili tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo o que ela desejasse. Este comportamento estava causando ao pobre marido um grande stress.

Finalmente, Lili não agüentando mais, decidiu tomar uma atitude. Foi ver o Sr. Huang, bom amigo de seu pai, que vendia ervas. Ela lhe falou sobre a situação e pediu que lhe desse algum veneno para resolver o problema de uma vez por todas. O Sr. Huang pensou por algum tempo e finalmente disse:
- Lili, eu ajudarei você a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e obedecer a todas as instruções que eu lhe der.
Lili respondeu:
- Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que me pedir que faça.

O Sr. Huang entrou no quarto dos fundos e voltou após alguns minutos com um pacote de ervas. Ele explicou a Lili:
- Você não pode usar tudo de uma só vez para se libertar de sua sogra, porque isso causaria suspeitas. Eu lhe dou várias ervas que vão lentamente envenenar sua sogra. A cada dois dias prepare alguma carne, de porco ou galinha, e ponha um pouco destas ervas no prato dela. Mas, para ter certeza de que ninguém irá suspeitar de você quando ela morrer, deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável com ela. Não discuta com ela, obedeça-a em tudo e trate-a como se fosse uma rainha.

Lili ficou muito contente. Agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.

O tempo foi passando, e, cada dois dias, Lili servia a comida, especialmente preparada, à sua sogra. Ela se lembrava do que o Sr. Huang tinha dito sobre evitar suspeitas. Assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu à sogra, e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois de seis meses, a casa inteira tinha mudado. Lili tinha controlado tanto o seu temperamento que ela quase nunca se aborrecia.

Nestes seis meses, não tinha tido uma discussão com a sogra, que parecia agora muito mais amável e mais fácil de se lidar. As atitudes da sogra com Lili mudaram, e ela começou a amar Lili tanto quanto à própria filha. Ela revelava aos amigos e parentes que Lili era a melhor nora que alguém poderia achar. Lili e a sogra estavam tratando uma à outra como verdadeiras mãe e filha. O marido de Lili estava muito contente em ver o que estava acontecendo.

Um dia, Lili foi ver o Sr. Huang e pediu-lhe ajuda novamente. Ela disse:
- Querido Sr. Huang, por favor me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou em uma mulher agradável, e eu a amo como minha própria mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.

Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.
- Lili, não há nada com que se preocupar. Eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas que eu dei a você eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O único veneno estava em sua mente e em sua atitude para com ela, mas isso tudo foi jogado fora pelo amor que você deu a ela.
(Lenda chinesa)