sexta-feira, dezembro 09, 2005

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SONHOS DE PAPEL

Hoje venho fazer um pedido
Resolvi fazer sonhos de papel
A ideia não é original, já alguém fez sonhos de papel sem igual.
Os meus sonhos de papel são feitos artesanalmente,
o papel é composto por pedacinhos dourados,
de estrelas cadentes, só os dou a quem os quiser usar nas asas do vento.
São de todas as cores, picotados, e em ziguezagues.
A minha palete de cor,
é composta por pedacinhos de céu
em noites de trovoadas,
com raios de cor, muito iluminados.

Sonhos de papel feitos com ilusão,
mas foram feitos com o coração,
são recheados de amizade e amor.

Resolvi colocar um anúncio no jornal, dando meus sonhos de papel,
responderam-me, se queria troca-los por sonhos de papel, recheados de poesia e alegria.
Concordei em troca-los, marquei entrega na rua esperança,
mas acabaram pedindo meus sonhos emprestados.

Quando os recebi de volta, vinham todos amarrotados, amarelos,
desgastados, rasurados e apagados.
Resolvi fazer novamente os meus sonhos de papel, de todas as formas e cores, alguns tem pedaços de sonhos de crianças, simples desenhos cheios de ternura e amor.
São embalados em caixas de cartão com laços de ráfia a enfeitar.
Os meus sonhos de papel, não tem garantia pois desfazem-se humedecidos por lágrimas de sonhos não realizados, mas podem ser reciclados em fardos para de novo serem utilizados, em novos sonhos verdadeiros.
Com tristeza venho anunciar que perdi meus sonhos de papel, foi na esquina da desilusão, próximo da avenida de incerteza, quando abri meu coração voaram no infinito da amargura tropeçaram ainda nos nós das palavras e perderam-se.
Aldora


Venho por isso pedir que deixem, se poderem, alguns sonhos de papel, nos comentários, juntarei há minha colecção de sonhos de papel.
Todos os sonhos de papel deixados eu postarei no ultimo dia do ano com o vosso nome, e ficaram durante o tempo que acharem que devem ficar, para isso quando os postarem basta dizer o tempo a farei a média dos dias que disserem.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

cenoura café e o ovo


A Cenoura, o Ovo e o Café
Uma filha queixou-se ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis...
Ela já não sabia mais o que fazer, parecia que assim que um problema se resolvia, um outro surgia. E cansada de lutar, pensara em desistir da vida e de tudo.

Seu pai, um "chef de cozinha", levou-a até a sua cozinha. Lá, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver.
Numa delas ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pegou as cenouras e colocou-as numa tigela. Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.

Virando-se para ela, perguntou: - Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras... Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse... Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café... Ela sorriu ao provar aquele aroma delicioso.
Então, ela perguntou humildemente: - O que isto significa pai?
E ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas, depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas, depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. - Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha. Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?

E você?
É uma cenoura, um ovo ou o pó de café?

(desconheço o autor)

terça-feira, dezembro 06, 2005


Cliquem em todos os selinhos que vale a pena para quem não conhece conhecer quem mos deu um muito obrigada ao Roberto que tem alma guerreira e a Nadjad.


Hoje a minha postagem é uma coisa do dia a dia, o e-mail da Filipa a relatar o que lhe aconteceu, eu achei giro e resolvi posta-lo.
Oi mininas

Isto há com cada uma... e tudo por causa... de uma estúpida da máquina de lavar. É verdade. Estava eu a começar a entrar no meu 1º sono, qdo de repente oiço um barulhão tão grande que pensei que me estavam a assaltar a casa. Como ainda estava relativamente acordada, consegui pôr o neuronio a trabalhar e com o coração aos pulos lá pensei que podia ser a máquina de lavar a espremer. Levantei-me e fui pé ante pé até à cozinha (que é só na outra ponta da casa). Quando entrei logo percebi o que se passou. A estúpida da máquina de lavar resolveu ter uma ataque de nervos quando se pôs a espremer, teve um chilique e desmaiou para a frente. A desgraçada da máquina de secar que estava em cima obviamente também caiu e ficaram ambas entaladas no frigorifico. Só me apetecia chorar, como ia eu tirar aquilo dali? Não podia deixar as máquinas daquela forma ainda para mais porque amanhã vou para campo, se bem que a de lavar bem merecia. Depois de 2 voltas nervosas à cozinha, à procura talvez que um "umpa-lumpa" me saisse de algum lado, ou um tipo (nem era preciso ser mto musculado, bastava que tivesse mais força que eu) surgisse misteriosamente de algum lado, percebi que só lá estava eu e que tinha de ser eu a tratar daquilo. Arranjei forças nao sei de onde (isto os nervos fazem coisas impensáveis) e lá consegui pegar na máquina de secar em força de braços (a minha graças a deus não é daquelas tipo maquina de lavar mas ainda assim, pesa como o diabo), tirá-la de cima da outra máquina e do meio do frigorifico e pô-la no chão. Depois faltava a outra "iztupida". Essa então, ainda pesava mais e além de ter roupa lá dentro estava entalada no frigorifico. Só rezava a todos os santinhos que a idiota da máquina, além de me ter estragado o chão, não tivesse tb estragado o frigorifico e avariado a máquina de secar, grrr. Com mta força lá a levantei e pus direita. Ainda arrisquei ligá-la e como funcionou consegui espremer a roupa que lá tinha, se bem que isto necessitou que me agarrasse a ela com bastante força para que ela não me partisse a cozinha toda, tal era a força com que se abanava ao espremer. E nisto lá estava quase às 2h da manhã a tremer por todos os lados por estar agarrada a uma máquina de espremer que resolveu fazer uma tentativa de suicídio, uma tentativa de homicídio com a máquina de secar e uma agressão ao frigorifico. E pronto agora resta-me abrir os cordões à bolsa e ir comprar, ter tempo e ir comprar uma máquina nova.


Nesta altura a Filipa ainda não sabia que o frigorifico por solidarizado com as suas amigas ou de tanta pancada que levou finou-se, sem mais nem ontem deixou
simplesmente de funcionar. Conclusão desta história o arranjo do frigorifico foi o preço de um novo, mas visto que ele era especial de corrida, mandou-se arranjar, a máquina de lavar roupa o papá comprou as peças e colocou de novo sempre ficou mais em conta, e ficou fina até novo chilique. A de secar ficou muito quieta no seu canto sem grandes problemas.


este é o selinho da Samia