quarta-feira, dezembro 14, 2005

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O seu a seu dono
Ora agora venho esclarecer que me enganei quanto ao texto postado ontem, ser de Gabriel Garcia Márquez, tem vezes que o parece que é, não é. Foi a Tuxa que me alertou para ver no site que fala sobre isso. Faço então a correcçãoMas é bonito seja lá quem escreveu. Diz o site abaixo mencionado o seguinte entre outras coisas
No artigo Marquez's 'latest poem' is a hoax (Calcuta on Line) o autor esclarece a origem do poema. O poema La Marioneta foi escrito por Johnny Welch, um ventríloquo que trabalha no México, para o seu boneco de nome Mofles. "Estou muito desapontado por haver escrito alguma coisa e não receber o crédito" disse Johnny Welch, o verdadeiro autor do poema.Image hosted by Photobucket.com
http://www.quatrocantos.com/lendas/31_marioneta.htm
.
Ontem estive afastada do computador porque gosto de fazer prendinhas de Natal, uma das prendinhas são sabonetes, como vai nas fotos. Mas que cá como não há glicerina em barra eu importei do Brasil, mas passou a ser tão chato desalfandegar, o
glicerina desisti, só faço mesmo raramente, para prendas especiais, aqueles bolinhos sou eu que faço, parecem bolos a sério, mas é tudo sabonete para lavar e cheirar bem. Outra é fazer uns crochés em toalhas para dar também no Natal recuso-me a ir para grandes superfícies fazer compras. Beijos até próxima postagem.

terça-feira, dezembro 13, 2005

Recebi aquela bonequinha de uma amiga que tem um blog chamado Janelas e estando a lêr a postagem dela, me lembrei de um livro que li, de Gabriel Garcia Márquez que se chama amor em tempos de cólera, que faz lembrar a postagem dela, para a visitarem baste clicarem na imagem. A imagem de baixo pertence a um blog que se chama ecos do tempo.
E aqui vai a minha maneira de mostrar quanto gosto deste escritor postando a carta que ele fez aos amigos.

Carta aos amigos de
Gabriel Garcia Márquez"

Se por um instante Deus se esquecesse de que sou
uma marionete de trapo e me presenteasse um fragmento
de vida, possivelmente não diria tudo o que penso
mas em definitivo pensaria tudo o que digo.
Daria valor as coisas, não pelo que valem, senão
pelo que significam. Dormiria pouco, sonharia mais,
entendo que por cada minuto que fechamos os
olhos, perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais se detêm, despertaria
quando os demais dormem.
Escutaria quando os demais falam, e como
desfrutaria um bom sorvete de chocolate! Se
Deus me obsequiasse um fragmento de vida, vestiria
simples, me atiraria de bruços ao sol, deixando des-

coberto, não somente meu corpo senão minha alma.
Deus meu, se eu tivesse um coração, escreveria meu
ódio sobre o gelo, esperaria que saísse o sol.
Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as
estrelas um poema de Benedetti, e uma canção
de Serrat seria a serenata que lhes ofereceria à
lua. Regaria com minhas lágrimas as rosas, para
sentir a dor de seus espinhos, e o encarnado beijo
de suas pétalas...
Deus meu, se eu tivesse um fragmento de vida... Não
deixaria passar um só dia sem dizer as pessoas que
quero, que as quero. Convenceria a cada mulher ou
homem de que são meus favoritos e viveria enamorado
do amor. Aos homens lhes provaria quão equivocados
estão ao pensar que deixam de enamorar-se quando
envelhecem, sem saber que envelhecem quando
deixam de enamorar-se! A criança lhe daria asas,
porém lhe deixaria que sozinho aprendesse a voar.
Aos velhos lhes ensinaria que a morte não chega com a
velhice senão com o esquecimento.
Tantas coisas tenho aprendido de vocês, os
homens... Tenho aprendido que todo o mundo quer
viver no topo da montanha, sem saber que a
verdadeira felicidade está na forma de subir a
escarpa. Tenho aprendido que quando um recém
nascido aperta com seu pequeno punho, pela primeira
vez, o dedo do pai, o tem apanhado para
sempre. Tenho aprendido que um homem só tem
o direito de olhar a outro com o olhar baixo quando
há de ajudar-lhe a levantar-se. São tantas coisas as
que tenho podido aprender de vocês, porém real-
mente de muito não haverão de servir, porque quando
me guardarem dentro dessa mala, infelizmente
estarei morrendo"

Um muito obrigada a todos que de uma forma ou de outra deixaram carinhos, ora no e-mail ora em comentários.

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Esta rosa linda foi me dada por um gatinho chamado Quico que tem uns donos muito amigos dos bichinhos, e da natureza. Muito obrigada




Pequeno poema

Quando eu nasci
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

Pra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...

Sebastião da Gama

O selinho foi a Cassia que fez uma menina que está muito feliz porque fez 18 anos.Mais o selinho da Cris do Petitecherie e da Máris do blogamigas, (peço desculpa que tinha colocado Marli que é outra amiga
Obrigados a todos que ontem já foram deixando os Parabéns, e para aqueles que não deixaram mas que se lembram.