sexta-feira, dezembro 30, 2005


INTERNAUTAS
Hoje, já não nos conhecemos
Hoje, já não vemos nossos amigos
Hoje, somos ambiente da rede,
Hoje, somos cidadãos do mundo.
Amamos a desconhecidos,
somos palavras trocadas por fio.
Temos amigos, temos amor,
temos a distancia como amiga.
A tela como rosto,
o teclado como voz,
somos internautas
Invisíveis, etéreos e sonhadores,
somos anjos, somos monstros,
somos tudo que queremos ser.
Amamos, brincamos e brigamos,
sem nunca nos tocarmos,
somos ambiente da rede.
Vamos a outros lares,
sem invadir sua casa.
Somos amigos,
somos amados.
Somos o ombro para o choro,
somos a mão que ajuda,
e o teclado que ampara,
Somos tudo que queremos ser.

Somos ambiente da rede.
Temos amigos pelo mundo,
pois todos paramos na mesma esquina.
Somos ambiente da rede.
MAS ACIMA DE TUDO,
SOMOS CORAÇÕES, NÃO SOMOS MÁQUINAS,
SOMOS E SEMPRE SEREMOS, GENTE......


SERÁ ESTAS condições de não nos vermos fisicamente não ouvirmos o ton da voz não nos tocarmos, vamos a outros lares, sem invadir sua casa, que faz que se faça tantos amigos? fica aqui a minha questão?
Eu vou confessar nunca tive muitos amigos, porquê?! não sei, se por falta de tempo, se por falta de me dar. Mas agora há pessoas que estimo muito sem as conhecer.
Que este novo ANO 2006 seja repleto de AMOR. Vá até a janela do midi páre a musica e depois clique para ver e ouvir o clip.

quarta-feira, dezembro 28, 2005


ÁguaMarinha
Gatinho dado por??? clique e já vê.


AMIGO
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade.
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de
Malhado.
Serapião não pedia dinheiro.
Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço, feito com sobras de comida dos mais abastados.
Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo em baixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter ideia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou: - Nossa amizade começou com um pedaço de pão, ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu, abanando o rabo e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu mundodabellunna
retribuo essa ajuda sempre que posso. Curioso perguntei :'- Como vocês se ajudam? Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode, continuando a conversa, perguntei? - Serapião, você tem algum desejo na vida? Sim, respondeu ele tenho vontade de comer um, cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina. - Só isso? Indaguei. - É, no momento é só isso que eu desejo. Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço, não contive e perguntei intrigado. - Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Ele com a boca cheia respondeu: - Para o melhor amigo, o melhor pedaço! E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
"PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"
Desconheço autor do texto
Tuxa


Visitem este site que é de bichinhos vale a pena é só clicar

Carnivora
Macaquito dado pela Tuxa

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Estas rosas são para todos aqueles que sofreram com o Tsunami .Porque até os lugares belos tem os seus dias de colera.


O PRINCIPEZINHO - SAINT EXUPERY-

Um bocadinho de texto


- É estranho, disse eu ao principezinho, tudo está preparado: a roldana, o balde e a corda.
Ele riu, pegou a corda, fez girar a roldana. E a roldana gemeu como gemem os velhos cata-ventos quando o vento dormiu por muito tempo.
- Tu escutas? disse o príncipe. Estamos acordando o poço, ele canta...
Eu não queria que ele fizesse esforço:
- Deixa que eu puxe, disse eu, é muito pesado para o teu tamanho.
Lentamente, icei o balde até em cima, e o instalei com cuidado na borda do poço. Nos meus ouvidos permanecia ainda o canto da roldana, e na água, que ainda brilhava, via tremer o sol.
Eu não queria que ele fizesse esforço:
- Deixa que eu puxe, disse eu, é muito pesado para o teu tamanho.
Lentamente, icei o balde até em cima, e o instalei com cuidado na borda do poço. Nos meus ouvidos permanecia ainda o canto da roldana, e na água, que ainda brilhava, via tremer o sol.
- Tenho sede dessa água, disse o principezinho. Dá-me de beber...
E eu compreendi o que ele havia buscado!
Levantei-lhe o balde até a boca. Ele bebeu, de olhos fechados. Era doce como uma festa. Essa água era muito mais que alimento. Nascera da caminhada sob as estrelas, do canto da roldana, do esforço do meu braço. Era boa para o coração, como um presente. Quando eu era pequeno, todo o esplendor do presente de Natal estava também na luz da árvore, na música da missa de meia-noite, na doçura dos risos...
- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas
num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...
- Não encontram, respondi...
- E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d'água...
- É verdade.
E o principezinho acrescentou:
- Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração...
SAINT EXUPERY


Dia de Natal vieram os meus sobrinhos a minha casa, são todos pequeninos porque só tive irmãos a partir dos meus 15 anos aí fiquei com 3 irmãs e um irmão o que significa que os meus sobrinhos tem dois 6 anos e dois 3 anos e um 1 ano e meio, faltou a Rafela e o Emanuel, que vivem longe do outro lado do oceano, falei com a minha mãe pelo messenger, e o dia foi bem passado em casa, porque lá fora estava tudo molhado, o Gil estava com varicela mas não muito forte, aqui vai umas fotos deles.