sexta-feira, março 03, 2006

Banhos
Depois daquele banho maluco, vou falar nos banhos verdadeiros das minhas gatas, ou dos meus gatos, pois todos eles tomam banho desde pequenos, eu os habituo a isso.
A Fofinha que tem o pêlo comprido, depois de banhada e seca, parece que fica feliz, faz muito ron-ron e dorme mais que o habitual, gosta também do pêlo seco com o secador de cabelo, coisa que as outras não gostam. Adoram beber água corrente da torneira .
Até a Surdinha que é muito medrosa adora tomar banho, essa gosta de ser esfregada com a toalha. Cada uma como posso descrever, é diferente em tudo das outras, elas são como as pessoas, cada uma com os seus gostos e manias. A mais nova a Xé, continua com o vício, de dar cabo dos rolos de papel higiénico, mas sempre que o faz foge de mim, com medo das minhas zangas, sabe perfeitamente da asneira que fez. Tinha um gato que era o Kurika, que chegava a adormecer sentado, num balde cheio de água quente,
com as patitas da frente de fora, eu tenho uma foto assim dele, mas não sei onde está. O Kurika chegou a nadar num rio atrás de nós, era um óptimo nadador. Penso que tal como há pessoas que gostam de nadar, também os gatos se forem habituados de pequeninos, eles gostam da água, e de nadar, esta é a minha experiência gatil. Claro no Inverno evito dar banho, para não se constipem, mas no Verão sendo elas branquinhas sujam-se muito, aí tomam várias banhocas. Os gatos são muito asseados e se areia deles estiver suja, não gostam de sujar as patinhas e miam pedindo que troque a areia.

Já vi casas de banho de seres humanos, que certamente um gato não faria as suas necessidades lá, tão sujas estão. Só espero que por causa da gripe das aves, não comecem a perseguir, a matar e abandonar, estes bichos que são animais por vezes pouco compreendidos.


O ron-ron do gatinho

O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.

É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alegria
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.

(Ferreira Gullar)
Poema do livro

quarta-feira, março 01, 2006


Limpeza Rápida

Limpe a sua sanita... (maneira mais divertida)
1. Abra as duas tampas da sanita e coloque duas colheres de sopa de champou para animais.
2. Pegue o gato e acalme-o enquanto você o leva para a casa de banho .
3. Surpreenda o gato com um movimento rápido, e coloque-o na sanita e feche ambas as tampas. É possível que você tenha que sentar em cima da sanita, para que gato não o abra.
4. O gato vai se agitar e fazer muitas ondas. Não se importe com o barulho que vem da sua sanita, porque o gato na verdade está gostando do que está acontecendo.
5. Puxe a descarga umas três ou quatro vezes. Isso faz com que haja uma lavagem completa, seguida do enxague necessário.
6. Peça para que alguém abra a porta da casa. Também não deixe ninguém entre na casa de banho e a porta aberta.

7. Coloque-se atrás da sanita o máximo possível, e rapidamente abra as duas tampas da mesma.
8. O gato irá sair correndo da sanita, voará pela casa de banho até chegar fora da casa, onde ele se secará naturalmente.
9. Tanto a sanita como o gato estarão limpinhos e cheirosos.
Da Dona louca
solução do homem escondido no arquivo do dia 9 de Setembro

domingo, fevereiro 26, 2006


<Venho esclarecer que sou brincalhona, mas não me mascarei, ontem estava a brincar, sempre dei a minha cara tal como ela é, assim como o meu nome nunca o escondi sempre enfrento a vida assumindo os meus erros e as minha qualidades. Não deixo de qualquer forma de gostar de pregar partidas e ser brincalhona qb. Vejam se descobrem o homem escondido já uma vez postei isto mas na altura tinha poucas visitas. Bom feriado



Lenda do café

Entre os árabes conta–se que, há muitos anos atrás, Alá, pela voz do profeta Maomé, lhes proibiu o uso de vinho. Eles obedeceram, mas andavam tristes e melancólicos, sem terem uma bebida reconfortante.
Certo dia de Verão, um pastor ia pelo campo com o seu rebanho e, tanto ele como os seus animais, caminhavam com indolência por estar um calor sufocante.
De repente, a paisagem transformou-se e apareceu um vale cheio de arbustos muito verdes.
O rebanho, para matar a fome e a sede, devorou, avidamente, aquela verdura. Qual não foi o espanto do pastor, quando, pouco tempo depois, viu os animais a darem cambalhotas e a correrem de um lado para o outro, cheios de vida.
Assombrado, o pastor apanhou um punhado de grãos dos arbustos e foi cantar a um velho mago o que acontecera.
Ele ferveu os grãos em água e obteve um líquido aromático- CAFÉ –que os dois homens beberam, sentindo logo uma alegre sensação de vivacidade.
Acharam então que aquilo tinha sido uma dádiva do seu deus para os compensar da proibição de beberem vinho.
FONTE: Escola Secundária Elias Garcia
Lenda do vinho
Há muitos, muitos anos, um italiano, de nome Dionísio, que vivia na Grécia, ao sentir-se muito velho, decidiu regressar à sua pátria e levar uma videirinha porque não se lembrava de ter visto nenhuma na sua terra.
Como não tinha nenhum vaso para a transportar, resolveu pôr um pouco de terra num osso de galo e meteu lá videira.
A videira foi crescendo, pois a viagem era muito longa, pelo que teve de mudar de osso. Precisava de um osso maior, pelo que teve muita sorte ao conseguiu encontrar um osso de leão pelo caminho.
Mas como a videira continuava a crescer, Dionísio, era o nome do viajante conseguiu encontrar um osso de burro e para lá mudou, novamente, a sua videira.
Daquela videira começaram a sair rebentos que formaram muitas videiras, dando origem a uma bela e verdejante vinha.
Diz a lenda que quem beber pouco vinho, fica alegre como um galo, quem beber algum vinho, fica forte como um leão e quem beber muito vinho, perde as ideias e fica burro.
FONTE: Obra "Flores para Crianças"