quinta-feira, abril 05, 2007


Ovo de Páscoa
Tradição de dar ovo tem milênios (mas antes o ovo era de galinha mesmo). Guilherme Bryan
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã! Agradeça aos confeiteiros franceses o ovo que você come na Páscoa hoje ser feito de chocolate. Caso contrário, você ganharia um belíssimo ovo de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maias e Astecas. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

segunda-feira, abril 02, 2007



Obrigada as amigas do Cantinho Colorido Grupo do Paint Shop Pro.

Mesmo o menor dos felinos é uma obra de arte Leonardo da Vinci "


Como começou o meu amor por gatos?não sei

acho que quando nasci já os gatos estavam à minha espera.Quando vim ao mundo a minha tia e madrinha, tinha uma gata chamada boneca, era siamesa, super inteligente fazia xixi sempre em equilíbrio na sanita e esperava que ninguém estivesse a ver, eu lembro-me de ir ás escondidas ver a gata a fazer xixi. A minha madrinha vivia num quarto andar de um prédio, o soalho era em madeira e todas as semanas era super encerado, um dia a gata vinha a correr pelo corredor fora com uma barriga enorme, não travou a tempo, atravessou o quarto no seguimento do corredor, e terminou estatelada no meio da rua. Naquele tempo as varandas eram cheias de retorcidos em ferro, ela passou debaixo deles e caiu do 4º piso, lembro-me que a minha tia ficou muito chorosa e cheia de medo que os filhotes tivessem morrido, pois a gatinha estava grávida, felizmente nasceram todos bem e um deles ficou para mim. O Mignhon, era o meu gatinho siamês
que eu passeava na rua, como um cãozinho, pois andava sempre de trela para todo o lado. Um dia foi a tribunal porque arranhou a porteira do prédio onde vivíamos, o juiz colocou-o em cima da mesa do tribunal, para analisar a ferocidade do animal, mas ele nem de propósito, fez tantas festas ao juiz, que a minha mãe ficou livre de problemas e o juiz em tribunal ditou a sentença, que o animal para ter arranhado a senhora, alguma coisa ela lhe deve ter feito. Pouco tempo depois ele desapareceu da entrada da minha casa, nunca mais foi visto, eu estava a jantar e ouvi um gato a miar muito aflito, mas a minha mãe pensava que eu estava só a distraía-la e não ligou.

Como a procura do Mignhon foi tão grande, passados uns dias apareceu um gatinho preto a nossa porta abandonado, escusado será dizer que ficou logo em nossa casa, e demos-lhe o nome de Talismã. Foi a minha grande companhia durante uns anos, eu na altura teria sete anos, fui separada da minha mãe e da minha família, só quem me acompanhou sempre foi o Talismã, pelas várias casas das várias tias por onde fui passando, o Talismã foi me acompanhando, acabando a viver comigo na casa de uma tia que me deixava ele dormisse dormir comigo, o que me dava muito prazer, ele tinha só um defeito, mamava nos cobertores, fazendo assim maminhas no cobertor e levando a que a minha tia tivesse que ter sempre aquele cobertor a fazer de colcha para ele de noite mamar nele, de manhã era muito giro, ver o cobertor todo cheio de pompomzinhos
Até hoje, tenho vivido sempre acompanhada de gatos, de vez em quando tenho um desgosto, mas sei que a vida é assim, nascem e morrem como tudo o que está vivo. Uns deixam mais recordações que outros e ficam mais na minha memória, outros por um motivo ou outro, não me trazem tantas recordações, mas nenhum ficou esquecido. Neste momento tenho quatro gatas e um gatinho.

As Tags são oferta da Andrea da Ana Maria da Beth e da Kaldinhas do Cantinho Colorido que colocaram meu blog em destaque, beijinho de agrecimento pelo carinho.
A todas as/os Amigos/as que aqui tem deixado miminhos mesmo comigo ausente nas visitas o desejo de uma Boa Pascoa.